
Dentro de salas fechadas, escondidos entre concretos, ar-condicionados, computadores e toda sorte de tecnologias, as vezes a gente se esquece de quanta beleza há por aí, espalhada por todo esse universo.
A gente se sente tão mal perto de tanta coisa ruim dançando e fazendo a festa, impunidades, friezas e esses sentimentos chatos que algumas vezes estão tão proximos, arraigados aqui dentro. Tudo isso parece tão grande, tão horrível, infinitamente cruel, mas as vezes eu paro pra pensar e lembro que mesmo assim, ainda tem um universo gigante e maravilhoso quase que totalmente intocado, misteriosamente lindo e cheio de novidades. Cada vez descobrem novas estrelas e constelações; e nessas luzes coloridas tão vivas eu percebo o quanto as coisas feias são pequenas, e que ainda rola de a gente virar a mesa nesse pequeninissississímo planetinha. Ainda dá, sim pra tranformar as coisas!
De repente dá pra começar por esses indesejados sentimentos que aparecem ver por outra e levam-nos a falar e fazer indiotices. Quem sabe nos analisando melhor, nos observando mais de perto podemos pelo menos fazer a nossa parte.
